Ahora, la diferencia por ejemplo, esta en que nos han llevado, yo creo que en los colegios, nos han llevado a pensar que hay una persona, una sola persona, que es superior a todos nosotros y que una sola persona es capaz de crear todo. Pero aquí estaríamos entrando, no estaría faltando la otra parte, en eso estoy de acuerdo, nos estaría faltando la parte femenina, porque todo lo que existe reúne esas dos partes, todo lo que existe reúne esas dos condiciones, del zomo y del wenxu, y ahí vemos los genes y todo eso.
Porque digo esto, porque para nosotros ver nuestro linaje familiar y posteriormente, aparte del linaje familiar, ver el origen familiar, aparte del ver el origen familiar, ver el origen, el origen, el tronco familiar nuestro que es el kvnga, es fácil de llegar a ver que siempre existen dos, siempre masculino y femenino, siempre para comenzar a dar vida. Con esto quiero decir, todo lo que es la creación, todo lo que existe tiene su componente en dos, masculino y femenino, tanto nosotros los hombres como el agua y todos los elementos, todo lo que podemos ver, todo lo que podemos sentir y todo lo que también podemos tocar.
ENTRE COSMOVISIONES CIENTÍFICAS Y MAPUCHE
Entonces, evidentemente que la religión judeo-cristiana no dice, nos habla de la creación del mundo, que dios creó al mundo, que primero estuvieron las aguas, después vinieron las aves del cielo, los peces en el mar, etcétera y, finalmente, dios creó al hombre a su imagen y semejanza. Si uno toma la evolución, hay una concordancia con esta idea, con este postulado de la creación del mundo que está en la Biblia, obviamente nos el primer, el segundo día, el tercer día, sino que etapas muy largas de tiempo, en que fue ocurriendo la evolución de las especies animales y de plantas, pero esa es y no hay por lo tanto no hay una gran discrepancia en que ha habido una secuela de especies que ha aparecido.
Lo otro que es interesante es que cómo vimos con los dinosaurios, hay especies que aparecen, que no existían antes y otras que desaparecen. Lo malo que esta ocurriendo ahora, es que por acción del hombre, algunas especies están desapareciendo, no es cierto, los cazadores que cazan no para comer sino por deporte, las grandes industrias pesqueras, que sacan todo, tratan de sacar el máximo de peces del mar, etcétera, van agotando algunas de las especies animales y de plantas, que nos están haciendo perder lo que se ha llamado la biodiversidad, es decir, la riqueza que hay en las diversas formas de vida que tenemos en nuestro planeta y es algo que tenemos que tender a preservar, para que nuestros hijos y nuestros nietos, puedan también tener el gozo grande, de esta gran diversidad de vida que son hermanos nuestros, porque decíamos ayer que todos venimos del mismo tronco, todos los humanos y las especies animales y de plantas venimos del mismo tronco.
Por eso, en nuestra tradición San Francisco de Asís hablaba de nuestro hermano lobo, no es cierto, y la hermana mosca, etcétera, son realmente hermanos nuestros porque vienen de los mismos antepasados como diferentes formas de vida."
ENTRE COSMOVISIONES CIENTÍFICAS Y MAPUCHE - CHILE
Wordsworth Editions, Londres, 1994
Depois que os oito mil anos se passaram, PanGu deitou-se para descansar. Sua respiração tornou-se o vento; sua voz, o trovão; o olho esquerdo, o sol, e o direito, a lua; seu corpo tornou-se as montanhas e os extremos do mundo; seu sangue formou os rios; seus músculos, as terras férteis; seus pêlos faciais, as estrelas e a via láctea; os pêlos de seu corpo, os arbustos e as florestas; seus ossos os minerais valiosos; seu tutano, os diamantes sagrados; seu suor caiu como chuva; e as pulgas de seu corpo levadas pelo vento se tornaram os seres humanos espalhados pelo mundo.
Editorial Losada, Buenos Aires, 1953
Fifty Eastern Thinkers.
Routledge, Londres, 2001
do The Worsdworth Dictionary of Foreign Words in English,
de autoria de John Ayto. Wordsworth Editions, Hertfordshire, 1995.

Olavo Bilac
Bendito o que na terra o fogo fez, e o teto
E o que uniu à charrua o boi paciente e amigo;
E o que encontrou a enxada; e o que do chão abjeto,
Fez aos beijos do sol, o oiro brotar, do trigo;
E o que o ferro forjou; e o piedoso arquiteto
Que ideou, depois do berço e do lar, o jazigo;
E o que os fios urdiu e o que achou o alfabeto;
E o que deu uma esmola ao primeiro mendigo;
E o que soltou ao mar a quilha, e ao vento o pano,
E o que inventou o canto e o que criou a lira,
E o que domou o raio e o que alçou o aeroplano...
Mas bendito entre os mais o que no dó profundo,
Descobriu a Esperança, a divina mentira,
Dando ao homem o dom de suportar.
A linguagem não pensa. Mas só pensamos no interior de uma linguagem, graças a ela, e contra ela por vezes. É o que distingue a filosofia da sabedoria, para a qual ela tende: a primeira é um certo tipo de discurso; a segunda, uma certa qualidade de silêncio. (...) Uma língua é apenas um instrumento."
Encyclopaedia Universalis, Albin Michel. Paris, 2000.
coletânea de contos publicada por Triangle Books, Nova Iorque, 1938,
sob o título Tales of Sherlock Holmes
Deus mandou Gabriel, Miguel e Isafel , um de cada vez, para recolher sete punhados de terra de diferentes profundidades e de diferentes cores para a criação de Adão (daí as variadas cores da humanidade), mas eles voltaram de mãos vazias porque a Terra previu que a criatura a ser feita com ela iria rebelar-se contra Deus, e ela sofreria a maldição lançada por ele. Azrael foi então enviado e cumpriu a tarefa, sendo assim indicado para separar as almas dos corpos, tornando-se por isso o Anjo da Morte. A terra por ele recolhida foi levada para a Arábia, para um lugar entre Meca e Taief, moldada por anjos, a forma humana foi-lhe dada por Deus, e permaneceu secando por 40 dias ou 40 anos.
traduzido do verbete Adam doThe Wordsworth Dictionary of Phrase & Fable.
Wordsworth Editions, 1983
a maior aflição
do homem
Tradução de Masuo Yamaki e Paulo Colina. Roswitha Kempf / Editores. São Paulo. 1986
quando o início chegar até nós, então teremos chegado a nosso fim; mas o filme, propriamente dito, estava terminado no momento mesmo em que havíamos entrado na sala (...) saberemos muitas coisas novas, mas não haverá nada de novo, não fazemos nada além de retornar lenta e seguramente para um passado determinado, que não pode ser mudado. (...) No início sabemos o final; ao final, compreenderemos o início."Nas cidades, a corrosão dos monumentos, edificios e veículos é de duas a dez vezes mais rápida do que no campo. Na região de Katowice, no sul da Polônia, por exemplo, os trens não podem correr a mais de 40 km/h devido à corrosão dos trilhos. Os gregos, por sua vez, estão lutando contra o tempo para contra-atacar a chuva ácida que aos poucos dissolve seus conhecidos monumentos históricos. Segundo alguns especialistas, alguns dos grandes templos como o Partenon, em Atenas, se deterioraram mais nesse último quarto de século do que em todos os 2.400 anos anteriores. A poluição praticamente já apagou as delicadas frisas e figuras gravadas na entrada da construção. (...) Um estudo mostrou que as esculturas e as ruínas maias estão sendo destruídas pela chuva ácida."
Lawrence Ferlinghetti, 1978
com base na tradução de Paulo Henriques Brito
In a dream within a dream I dreamt a dream
of the reality of existence
inside the ultimate computer
que é o universo
no qual a Seta do Tempo
voa nos dois sentidos
através do espaço curvo

Quebec road kill, de John Mahoney, um set de 3 fotos, "shots" em inglês, tiros...
estradas cortam caminhos, levam alguém a algum lugar... tem quem fique pelo caminho... é ficar e morrer... fast cars... prá que o homem inventou a velocidade se com ela morre a possiblidade de contemplarmos?
é possível morrer de amor? morrer desavidamente agonizando em uma beira de estrada sozinho porque alguém tinha que chegar em algum lugar... alguém que tinha pressa, uma meta outra que a de passar por uma estrada prestando atenção ao detalhe, à singeleza do instante... diz-me de que forma andas, e te direi quem és?



